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Descobrindo New York - Parte I

Divas queridas da minha vida! Adoraria poder falar detalhadamente de cada item do mundo da cosmética que eu adquiri na viagem a NY, mas infelizmente o tempo anda curto, então vou escolher alguns produtinhos necessários na vida pra comentar em breve , mas esse post será dedicado a falar da minha amada loja de variedades Duane and Read. 

Essa mistura de farmácia, papelaria, loja de presentes e mini mercado domina a cidade de Nova Iorque de ponta a ponta. Em versões pequenas ou em megastores de dois ou três andares, tudo que você pensar em makes e shampus de marcas mais básicas (e outras nem tanto) está disponivel lá. Portanto marcas como Revlon, L'oreal, Olay, Maybeline NY, New York Cosmetics, Rimmel London, Cover Girl (nas makes) e T.I.G.I., Redken, Lanza, Aussi e um monte de outras estão disponíveis como padrão em todas as unidades, já marcas importadas e outras mais sofisticadas como a maravilhosa (e desconhecida das brasileiras) The Balm, Moroccan Oil, Avéne, Vichy, etc só estão disponíveis nas Flagship Stores da rede. 

A atual queridinha da rede é a Flagship Store localizada no número 40 da Wall Street, ainda mais dedicada aos itens de beleza do que as outras, mas a loja 24hs da Times Square com três andares (sendo o andar superior inteiramente dedicado aos cosméticos e o subsolo quase todo dedicado a itens de bebê e viagens) também é uma ótima escolha. É claro que, uma vez chegando à cidade, vai ser impossível não entrar em qualquer loja da rede (tem uma em cada esquina. Mesmo), nem que seja para comprar uma água, mas acredite em mim, as Flagships valem a visita ainda mais do que as demais lojas, porque os produtos são realmente muuuuito mais variados, e os preços, irresistiveis. Chega a dar raiva de lembrar dos preços dos mesmos itens no Brasil.

Uma das coisas mais legais das Duanes é que boa parte delas funciona 24hs por dia, então dá pra chegar da balada e passar lá pra comer alguma coisa, comprar umas coisinhas e voltar feliz da vida pro hotel/apê sem desperdiçar o tempo dos passeios com as comprinhas. Porque pode ter certeza de que você vai gastar hooooooras lá dentro sem perceber. Outra vantagem é que se esquecer de comprar alguma coisa ou ficar na dúvida tem sempre uma filial perto de você, então dá pra dar um pulinho e comprar. 

Mas nem só de cosméticos vive uma Diva né? A gente quer comida, diversão e arte! E tudo isso tem lá também rs. Recomendo seriamente os Peperidge Farm Cookies Barely Cooked. Eles derretem na boca e tem pedaços enooormes de chocolate na massa. De comer rezando. Os mil tipos de nachos e seus molhinhos prontos são uma delícia (imagina um doritos roxo?! e outro em forma de cestinha pra colocar o molho lá dentro?!) e perfeitos pra ter por perto na hora que bate aquela larica. Pra ficar saudável prove os Naked Juices de qualquer sabor. Eles prometem que cada frasco tem dezenas de frutinhas naturais espremidas sem conservantes e corantes lá dentro. E realmente o sabor é bem parecido com os dos sucos que encontramos nas nossas lanchonetes daqui, onde se faz suco da fruta na hora. 

Pra concluir o assunto comida, não deixe de tomar um sorvete Ben and Jerry's. Pode ser de qualquer sabor, mas o cheesecake e o chocolate fudge brownie são os melhores na minha humilde opinião. Eles são vendidos no mesmo esquema dos Hagen Daas, em potinhos individuais ou um pouco maiores, e com sorte dá pra encontrar uma loja de verdade onde existem sabores que não são vendidos no potinho (dentro da Macy's tem uma). 



Falando em diversão e arte, não deixe de levar o último número da Time Out Magazine, o definitivo guia do que estiver acontecendo na cidade enquanto você estiver lá. A leitura às vezes pode ser um pouco complicadinha para quem não está muito acostumado com uma linguagem mais coloquial, já que a revista faz a linha informal - mas vale pelos guias de programação de teatro, shows e eventos de graça.
Se você tiver a sorte de encontrar uma edição especial como essa aí de cima, compre correndo porque eles sabem do que estão falando quando o assunto é escolher a melhor pizza, o melhor show da Broadway ou o melhor lugar da cidade para ver e ser visto.

Por enquanto é isso. Depois eu conto mais.


Panela nova é que faz comida boa

Espero que vocês não achem que eu enlouqueci, mas o assunto de hoje é panela! Sim, eu descobri recentemente um conjunto de panelas pelo qual eu estou completamente apaixonada, e o melhor, o preço dele é incrível.

Vocês devem estar se perguntando porque cargas d'água vocês estariam interessadas em panelas. Bom, vocês eu realmente não sei, mas eu, além de adorar cozinhar, sempre gosto de saber de coisas que facilitam a minha vida, nem que seja pra cozinhar um miojo, e essas panelas dão um show nesse quesito.


As panelas Rochedo da linha Luna são de inox, super lindas, e tem uma marcação de litros interna que já economiza o processo de ter que ficar usando o copo medidor. A tampa não agarra na panela por causa do vapor, já que vem com dois furinhos que permitem que o vapor não fique retido (o que evita também aquela coisa meio nojentinha de destampar a panela e molhar a mão com a água condensada.

A distribuição do calor é super uniforme, então a comida fica numa boa, sem grudar, praticamente uma panela de teflon nesse quesito. Mas a coisa mais maravilhosa dela é o revestimento de borracha que fica embaixo do cabo e não deixa o bendito esquentar em nenhuma hipótese.

Vou contar uma coisa pra vocês: eu o-dei-o me queimar cozinhando, então costumo pegar mil luvas e panos de prato pra tirar alguma coisa do fogo, mas eu consigo pegar essa panela sem nada e não sinto nem aquele leve aquecimento de quando o calor passa pra luva sabe? Pois é! Sensacional!!!



O preço do conjunto com 5 peças foi R$199,00 na Americanas, durante uma super promoção de coisas pra casa, mas imagino que mesmo com o preço comum ela não seja das mais caras. As duas panelas com cabo tem um tamanho bom, e o caldeirão é um pouco maior. Esse item com alça que está no canto esquerdo da foto é um fazedor de coisas no vapor, que deve ser colocado sobre  a panela da direita. Perfeito pra um legumezinho saudável.

Por ser de inox, a garantia do fabricante é de 10 anos, mas a gente sabe que cuidando bonitinho de panela boa de inox dura a vida inteira né? (falou a avó! Meu Deus!)

Quem não desistiu do post ao descobrir o assunto tenho certeza de que vai se apaixonar pelas panelas assim como eu, caso venha a seguir a dica. Qualquer hora eu mostro uma foto de uma das minhas comidinhas feita nelas. Ah, e prometo que os assuntos de beleza voltarão ao blog.


Diva Manauara

Êêêêêê!!! Voltei de Manaus. Só para não perder o hábito, vou falar brevemente sobre como é viajar pra lá. Tenho que começar dizendo que viajar pra lá não tem nada de baixa renda. A passagem é cara, os passeios pra selva são caros, o taxi é caro, a comida é cara.

Basicamente, se você não curte passeios na selva não vá, porque a cidade em si não tem muito pra ver. Em compensação, a ida à floresta oferece um contato impar com fauna e flora de um dos locais mais ricos em diversidade do mundo. É emocionante.

Pra quem adora bichos e aventura como eu, eu diria: hospede-se num hotel de Selva e faça todos os programas-perrengue que eu adoraria ter feito mas não tive tempo e companhia, ou se quiser luxo fora da selva, fique hospedado no Hotel Tropical, o mais badaladinho de lá.

Eu pessoalmente recomendo um hotel boutique que fica em frente ao hotel que eu fiquei, na Rua 10 de julho. Ele é fofo e fica pertissimo do teatro Amazonas, bem no Centro. Boutique Hotel Casa Teatro.



Vamos agora à lista de 5 coisas até R$15 que você tem que comprar em Manaus

- Sorvete de açaí e sorvete de banana do Glacial, que fica na praça São Sebastião, em frente ao Teatro Amazonas. R$5,00 duas bolas. Simplesmente o melhor sorvete de açaí e de banana que eu já provei. E a bola é bem generosa. Ps: o de tapioca não é legal. PS2: O tradicional açaí na tigela que tomamos aqui não é bacana por lá, pois vem com farelo de tapioca e fica bem enjoativo (na textura e no sabor). Tomei duas colheradas e larguei o resto.

Tem alguém feliz tomando sorvete aí?

- Tacacá da Barraca da Gisela - Já ouviu falar nessa comida? É uma espécie de sopa a base de mandioca, geleia de tapioca, camarões e uma erva que formiga a boca. A cuia é enorme e pro paladar da gente eu diria que é quase impossível tomar inteira. Vale dividir uma cuia entre todos os que estiverem com você para que cada um possa provar. Não é a comida mais deliciosa do mundo, mas eu sou a favor de provar os sabores do lugar. Além disso, o Tacacá da Gisela vem sendo eleito o melhor pela Veja há anos consecutivos. R$12,00.

pra comer de palitinho

- Bombom de castanha do pará e bombom de cupuaçu - O preço varia de R$2,00 a R$5,00 cada, mas ao contrário do que possa parecer, é mais difícil de encontrar do que no Sudeste.


- Guaraná Baré - sabe aquela coisa do guaraná da amazônia ser maravilhoso e tal? A Antártica sacou que podia fazer um refrigerante de guaraná diferente do tradicional Guaraná Antártica e apostou no Baré. Ele é super fácil de encontrar e de fato é bem mais gostoso do que o refri que conhecemos. Aliás, não sei porque a Antártica não transforma ele no padrão de guaraná do resto do Brasil, ou pelo menos passa a vender por aqui. R$2,50


 - Banana Chips -  É o verdadeiro snack made in Amazonas. As bananas em rodelas finas na versão amarela e marrom são fritinhas como uma batata chips e vendidas em todos os ambulantes espalhados pelo centro da cidade. R$1,00 o saco pequeno e R$2,00 o saco grande.



É, é tudo de comer/beber, mas é que né, o que comprar em Manaus? Cocares e piranhas empalhadas? Acho que não. Quem quiser se aventurar na Zona Franca vai encontrar relógios muito bacanas pela metade do preço das lojas, mas é preciso pagar uma grana de taxi pra chegar na fábrica e tem que encomendar na véspera para pegar no outro dia.

Outro detalhe é que, por mais que os colares de sementes sejam encatadores quando se está lá, eu já tive a experiência de tê-los e todos eles apodrecem e sujam seu armário depois de um tempo, então fuja! Quem quiser comprar cosméticos a base de produtos do amazonas o aeroporto tem um quiosque ótimo só disso, ou então é só escolher no catálogo da Natura e se jogar no buriti, andiroba e outras plantas no conforto do seu lar. Aliás, o Nativa Spa esfoliante de açaí do Boticário é maravilhoso! #amazonianfeelings

Eu, me achando gatinha em pleno Encontro do Rio Negro com o Solimões.

Espero que tenham curtido as dicas. 

Bistrô The Line


Mais um video tosco feito por mim especialmente para o blog. êêêêêêê!!!! Esse video é pra falar do Bistrô The Line. Apesar do nome em inglês, ele tem uma carinha toda francesa, talvez pela própria paisagem da varanda - a igreja da Candelária.

Como eu fui lá já à noite, as fotos não estão das melhores e o som também tá deixando a desejar, mas dá pra ter uma ideia do local. Tanto a parte de dentro como a varanda tem um ambiente muito bonito e agradável e a primeira coisa que eu pensei quando entrei foi que o ambiente tem cara de locação de filme, sabe?

Como eu fui lá com mais 4 pessoas queridas, deu pra cada um pedir uma coisa e todo mundo curtiu seus pedidos, ou seja, dá pra dizer que não foi apenas sorte ocasional de um único item gostosinho. Os preços, claro, são honestos e para quem não conseguiu entender essa parte no vídeo, eles tem bolinho com café por R$7, Quiche com salada por R$10 e Sanduíche no pão ciabatta por R$12.

O Bistrô The Line fica na Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Candelária – dentro da Casa França Brasil.
Diariamente de 10h às 20h

Luxo alimentar

Hoje o post é sério, é longo e não muito agradável, mas como ser Diva é ser consciente, eu vou falar de um comportamento de consumo que a gente tem (quase) por falta de opção e não costuma ser muito legal. Trata-se das nossas escolhas na hora de comer. 

Já tem um tempo que os produtos orgânicos invadiram as prateleiras, e a gente sabe que eles custam (bem) mais caro e costumam ser mais frescos e gostosos do que os alimentos normais. Em se tratando de frutas e legumes, acho que é realmente uma questão de escolha ingerir alimentos com ou sem agrotóxico. Se escolher os orgânicos, seu corpo realmente vai agradecer, mas esteja praparada para gastar cerca de 150% a mais com tais produtos. Se escolher os produtos comuns, lave bem em água corrente e não se esqueça de deixar de molho por 15 minutos na solução de limpeza para vegetais antes de consumir. Dá pra comprar em pastilha ou líquido. 

A história fica diferente quando falamos da carne, seja ela de frango, bovina ou suína. Os maus-tratos a que esses animais de abate se submetem é algo que me embrulha o estômago só de lembrar (quem quiser detalhes, há um doc de 2004 sobre o assunto - A Carne é fraca. As imagens são muuuuito fortes, o link pro trailer tá aqui). Não quero que ninguém abandone esse blog porque entrou aqui pra ler sobre maquiagem, viagens e tal e deu de cara com esse post. Mas não poderia deixar de falar sobre isso. 

O verdadeiro luxo é consumir de forma consciente. Sejam roupas, maquiagem, alimentos, eletrônicos, enfim, tudo mesmo. Então voltando aos animais, já existem fazendas certificadas no Brasil que tem um selo garantindo que não praticam tortura aos bichos antes do abate. Para conseguirem esse selo as fazendas precisam seguir normas rígidas que incluem, entre outras coisas, que o bicho não vai passar pelo stress de saber que está indo pro abate, ou passar dia e noite acordado só para engordar mais rápido. Além disso, o abate é feito com os bichos kind of anestesiados, o que garante que eles não vão sentir dor na hora de morrer. 


Tô falando isso tudo porque não sou vegetariana, não pretendo me tornar e acho justo nos alimentarmos de carne pois é assim que funciona a cadeia alimentar. Só que isso não significa que precisamos fazer com que os bichos passem por toda sorte de más condições em função do nosso consumo. Para dar uma ideia do que eu estou falando, algumas galinhas poedeiras (cuja única função é colocar ovos) chegam a um nível de estresse tão elevado que tem os bicos cortados para evitar que pratiquem canibalismo e que quebrem os ovos que acabaram de colocar. Triste e chocante é pouco.

***

Um belo dia o bofe foi ao mercado e voltou com um frango que tinha custado o dobro do preço, mas que tava escrito na embalagem um monte de coisas boas que eu não me lembro agora. A gente preparou o frango e, sem exagero, foi a carne de frango mais tenra e saborosa que eu já comi na vida. A receita era boa, mas simples, então era o frango mesmo que era especial. A marca do frango era Korin.

Aí hoje vendo Mundo S/A na Globo News, descobrimos que essa tal Korin era a marca dos frangos que não maltratava os animais. Gente, na hora eu decidi que só compraria essa marca a partir de hoje, porque mesmo sendo mais cara ela tem um valor agregado que não tem preço: me faz sentir bem fisica e mentalmente por estar consumindo frango. Além de ter uma carne muuuito mais gostosa em relação ao frango comum.

Comecei a pensar em como o stress a que o bicho é submetido pode ser capaz de alterar o sabor e textura da carne. Já tinha visto em algum lugar que as enzimas que os animais liberam minutos antes do abate são altamente danosas pra gente, mas com essa experiência deu pra ter certeza através do paladar.

Eu não sou especialista, mas tudo me faz crer que ao consumir uma carne orgânica a tendência do nosso corpo é ter menos celulite, menos flacidez, menos espinha, menos variação hormonal louca, etc. É nisso tudo que devemos pensar quando estivermos diante da prateleira do supermercado escolhendo nossas proteínas. Não tô dizendo pra ninguém se tornar radical, nem pra deixar de comer carne se não for orgânica, mas quando temos a possibilidade de escolher, porque não fazer uma escolha mais saudável para todas as partes envolvidas?

Quem não estiver a fim de começar a comprar frango Korin, uma pequena mudança já vai fazer uma enorme diferença: os ovos brancos são de galinhas que engordam à força à base de hormônios e excesso de estímulos, já os vermelhos são de galinha caipira, criadas com mais civilidade. Isso é uma coisa que a indústria não tem como simular. Se elas são criadas direitinho os ovos saem vermelhos, se não, os ovos saem brancos. Não é coisa de espécie, idade, nem nada. Então passem a comprar ovos vermelhos pois já é um grande passo.

O discurso também vale pros nossos queridos cosméticos. Quando todos os consumidores se recusarem a comprar marcas que fazem testes em animais, essa prática não vai mais existir.

#prontofalei #ficaadica

Brigadeiro Chic



Eu ando numa fase super Julie e Julia, o que - diga-se de passagem - não faz nada bem pro meu shape, mas como tudo na vida é moderação, achei que poderia compartilhar com vocês esse achado docístico na certeza de que ninguém vai exagerar na dose.

Eu achei esse vídeo incrível porque além de ensinar a fazer dois deliciosos brigadeiros especiais, ele também dá uma receita super bacana de maça do amor estilizada, que é muito fácil de fazer e perfeita pra substituir a maça do amor tradicional naquela festa junina que você inventou de fazer na casa dos amigos.



Aproveitem porque a Loja Americana está vendendo três barras da Garoto por R$10,99. Além dos tradicionais ao leite e meio amargo, a Garoto agora tem o chocolate com 55% de cacau (amargo mesmo), que é cheio de flavonoides que fazem bem pro nosso corpo e vão adorar encontrar o leite condensado nessa receita aí de cima.

#maisgostosoquefondue

Café de Diva


Queridas Divas, é com muito orgulho que estou postando o primeiro videocast deste blog. Ainda não está perfeito (na verdade eu tô com cara de zumbi e olhando para algum lugar abstrato que eu nem sei qual é rs), foi só um teste, mas se der certo prometo produzir outros e compartilhar meus achados com vocês com regularidade.

Esse podcast é sobre o Ateliê Culinário DRI, um café muito charmoso com 3 endereços pela cidade. Os precinhos são bem bacanas e tudo que já provei lá é muito gostoso. Minha recomendação especial é o pão-de-mel, que aliás é perfeito para levar pra viagem e abrir na hora que estiver encolhidinha no sofá com o seu amor.

O DRI também é o ambiente perfeito para reunir as amigas para um bate-papo. Dá pra passar horas conversando e experimentando os cafés, chás, bolinhos e etc. Outra coisa muito digna que eles fazem (e que foi impossível não fazer lembrar os EUA) é servir água à vontade assim que você chega, sem precisar pagar pela água mineral de garrafa. Vem bem a calhar, já que é irresistível provar os doces, e doce dá uma sede...

Bom, acho que por enquanto é isso. Queria muito que vocês comentassem sobre o que acharam do videocast.

Olha o sacoléeeeeee!!!!


Vamos combinar que o verão esse ano tá passando dos limites? Pois é. E nós, como pobres mortais que precisamos deixar nossos hiates em Angra para trabalhar durante a semana, sofremos com o calor tentando manter a dignidade.
Pois hoje eu vou falar de uma coisa que eu a-do-ro e é perfeita para dar uma refrescada durante os dias escaldantes. O nosso bom e velho sacolé. O sacolé é praticamente uma instituição no Brasil, e eles tem o poder de se materializarem quando menos esperamos (e mais precisamos). Por exemplo, outro dia eu estava fazendo compras no Info Centro e apareceu um homem segurando um saco preto muito suspeito. Aos poucos fui observando todos os logistas com a boca no saquinho. Foi quando descobri que se tratava de um vendedor de sacolé, dos melhores que já provei por sinal, e o preço era suuuper convidativo: R$1,50. Tomei um delicioso de mousse de maracujá, em meio a packs de DVD e cartuchos de impressora. Coisa de Diva.

Mas o que eu quero mesmo é falar do sacolé caseiro, que eu sempre faço aqui em casa e é uma diliça. Melhor ainda se for na versão light, porque aí nem rola culpa ne? Meus conteúdos preferidos são os sucos de caixa (Del Valle, etc) em versão normal ou light, mas os concentrados tipo Maguari, que viram refresco, também funcionam. Se quiser fazer um esquema de mousse, é só colocar um pouco de leite condensado no suco e tá pronta a sobremesa do verão.

Os saquinhos e o funil você encontra em lojas de descartáveis espalhadas por aí. Mate e água-de-côco não ficam tão legais porque o doce vai embora rapidinho e você fica chupando gelo. Mas pra quem curte até refrigerante fica legal.
#Se Beyoncé conhecesse ela também faria em casa.

BA - lugares Shuffle que você precisa ir

Esse é o último post da série sobre Buenos Aires (por enquanto). espero que tenham apreciado as dicas, e quem se interessar mais especificamente por algum detalhe pode me perguntar. Alguns locais, de tão nada a ver com os demais, se tornam impossíveis de classificar. Então o melhor a fazer é colocá-los juntos numa lista de locais sem nada em comum, mas que você precisa conhecer. Vamos a eles:



  • Zoológico de Buenos Aires - é o segundo Zoo mais visitado do Mundo! Só perde para o de San Diego, CA. A popularidade tem explicação. Apesar de não ser muito grande, ele abriga espécies bem interessantes das mais vairadas partes do planeta. É emocionante ver a tartaruga de Galápagos e o leão branco (a leoa estava amamentando no exato momento em que estava lá! lindo!). Mas uma atração à parte no Zoo é o fato de poder alimentar os animais com ração à venda no parque. Você compra um saquinho por 8 pesos e pode dar comida na boca dos veados, cotias, zebras, etc. Eu quase tive um ataque de tanta emoção quando fiz amizade com uma llama despenteada que veio comer na minha mão. Foi sem dúvida um dos pontos altos da viagem. Absolutamente imperdível para quem gosta de bicho. O passe completo custa 22 pesos, e o que não dá direito às atrações especiais (floresta tropical, aquário e répteis) custa 15 pesos.



  • Cafe Ideal - muito se fala sobre o Café Tortoni, mas poucos sabem que no Ideal (entre a Calle Corrientes e Suipacha), além da atmosfera antiga também é possível dançar ao som de uma orquestra de tango ao vivo. A decoração do lugar permanece inalterada desde a sua inauguração, em 1912, quando os cifões hoje vendidos como antiguidade na Feira de San Telmo eram consumidos avidamente por homens e mulheres que não podiam sentar-se juntos na mesma mesa. O tango-cena-show acontece a partir das 21:30 e custa 30 pesos por pessoa. Uma volta no tempo.


  • Cemitério da Recoleta - Sim, é estranho que um cemitério seja programa turístico, mas esse famoso cemitério de Buenos Aires abriga apenas mausoleus extremamente luxuosos, tornando sua decoração um passeio por algumas das mais belas esculturas da cidade. É lá que está enterrada Evita Perón, mas isso é o que menos importa (o túmulo é um tanto decepcionante). Procure pela escultura da menina com o cachorro e brinque de encontrar o túmulo de quem dá nome à rua onde você está hospedado (ou alguma rua marcante de BA que tenha chamado sua atenção).

  • Parilla de rua - no final da rua que segue em direção à reserva entre os decks 2 e 3 de Puerto Madero fica uma barraca de churrasquinho que está sempre lotada. Eles vendem sanduíches de carne, hamburguer ou choripan, que é uma linguiça típica de lá servida no pão francês (melhor não dizer como é feita). O choripan é a melhor pedida, mas nada de ficar com nojinho da precariedade, porque simples é eufemismo para discrever o lugar rs. Ah, e a cerveja é Brahma. Mais Brasil feelings impossível, e no entanto foi o único lugar durante a viagem toda onde não ouvi uma só palavra em português. Perfeito para quem busca se misturar aos habitantes locais.


  • El Preferido - Um dos restaurantes mais antigos de Palermo Soho, El Preferido serve aquela comida básica perfeita que você estava sonhando em comer mas nem sabia. Quase em frente à casa de Borges, dizem que inspirou um de seus contos. Os preços são pra lá de convidativos, e o vinho da casa é ótimo. Todos os pratos servem duas pessoas. Ah, e quase em frente fica o melhor sorvete de BA, recomentado em outro post.


  • Barraca de Cifões Sifonazo - dentre as dezenas de barracas que vendem cifões na feira de San Telmo aos domingos, essa tem os mais bonitos e com melhor preço. Mas mesmo que você não esteja interessado nas garrafas, dê uma passadinha para conversar com o dono, que trabalha na feira há mais de 20 anos e é de uma simpatia ímpar.


  • Sombreria La Fundamental - a chapelaria mais legal de BA pertence a um senhor de bigodes chamado Cláudio. Ele entende muito de chapéus e vai te indicar algo que ficará perfeito para o seu tipo físico e estilo pessoal. Lá é possível também encontrar Chapéus Panamá legítimos (made in Equador) e uma ótima conversa com o dono está incluída no preço das peças.


  • Onibus decorados com luz negra - bem, não é exatamente um lugar, mas cerca de 160. O difícil é indicar onde encontrar os ônibus especiais decorados como se fossem uma boate sobre rodas. Eles pertecem a uma espécie de confraria, chamada Amigos del Bonde, e "competem" para ver quem tem o ônibus mais trabalhado no glamour. Eu tive a sorte de conseguir andar em um deles(meu querido 152), e acredite, vale pega-los mesmo que você não saiba para onde estão indo, já que passear neles é um programa e tanto.




  • Parque Lezama - saque aqueles parques de bairro onde os moradores da cidade levam seus cachorros e crianças para brincarem ao ar livre nos fins de semana? O Parque Lezama é um desses. Apesar de meio mal frequentado à noite e nos dias de semana, vale a pena dar uma passadinha num domingo de sol para se misturar aos locais tomando uma cepita de maça e vendo a vida passar diante do coreto. O Lezama fica na divisa entre os bairros da Boca e de San Telmo.



  • Patio Bullrich - Agora, se a ideia é se sentir 100% Diva, esse pequeno shopping é parada obrigatória. Fica no bairro da Recoleta, um dos mais chiques de BA, e tem diversas grifes nacionais e internacionais top de linha. Mesmo que você não compre nada é sempre agradável ficar perto de gente phyna né?
    1. 10 dicas sobre Buenos Aires

      Finalmente estou de volta da minha viagem de Diva para Buenos Aires. Não, não vou ficar falando de comprinhas de make no Duty Free porque eu acho uó fazer isso com quem não está podendo viajar pra fora (mesmo que seja aqui do lado, como é o caso da Argentina). Além disso, é só ler todos os outros broguis sobre o assunto e qualquer uma vai saber o que é bacana comprar mais barato quando se deparar com as prateleiras do Free Shop ou com as lojas gringas.

      Então vamos ao que interessa. Falarei sobre, tcha-nãaaaa... Como ser Diva de baixa renda em Buenos Aires! Sim, porque se você ainda não foi, certamente vai acabar indo qualquer hora dessas, já que o Real valorizado está nos ajudando muito a torrar um dindin por lá. Me senti no Brasil tamanha a quantidade de compatriotas que encontrava em toda parte.
      Esse primeiro post é sobre 10 coisas ótemas que você deve comprar por lá com menos de 10 pesos, ou seja menos de R$5,00.
      1. Empanadas: os tradicionais pastéis folheados da Argentina são uma excelente pedida pra um lanchinho rápido a qualquer hora do dia. Meu preferido é o de verdura, que tem o dobro do tamanho dos demais, não me pergunte porque. Todos custam entre 4 e 8 pesos, estão à venda em praticamente qualquer padaria e buteco, mas o melhor de todos é o do Hasta el Huesito, que fica na Almirante Brown 168, na entrada do bairro da Boca. Eles só servem a versão carne, mas vale a visita.

      2. Alfajores: dispensa descrições. Os mais caros são os da famosa Havana, mas há diversas marcas tão boas quanto, que você encontra em mercadinhos, farmácias, bancas de jornal, etc. Os melhores são Jorgito, Cachafaz e Jorgelin.
      3. Peititos (ou conitos, ou havanitos, como preferirem): imagine uma Nha Benta só que com doce de leite no lugar do merengue. É, é tipo o céu em forma de peitos de chocolate (daí o apelido carinhoso que eu dei pro doce. Não peçam por peititos que ninguém vai entender). Só encontrei da Cachafaz e da Havana. Preço médio 4 pesos.

      4. Taça de vinho da casa: nos restaurantes de BA geralmente a bebida é bem mais cara que a comida proporcionalmente, mas em alguns bons lugares dá pra tomar uma taça de vinho por 10 pesos, ou pedir uma garrafa pra dividir por 25. De todos os que provei, apenas um ficou devendo, chama-se Valderrobles. Passem longe.
      5. Lencinhos umidecidos: o paraíso em BA se chama Farma City. É a maior rede de farmácias de lá, com muita variedade de maquiagem e produtos de fabricação própria que custam bem mais barato que os demais e são ótemos. Eles vendem lenços umidecidos pra todos os fins, desde remover maquiagem até repelente de insetos, passando pelos ainti-bactericidas e os hidratantes. O mais caro custa 12 pesos, o mais barato sai por 7. É pra comprar pra estocar, e o repelente funciona muito bem.
      6. Helado: impossível não voltar ao item gulodices. É fato que a Argentina tem o melhor leite, se não do mundo, certamente da América Latina. Dessa forma, os sorvetes são inacreditavelmente deliciosos. Eu, na minha busca pelo melhor sorvete da cidade, tomei o mesmo sabor todos os dias (dulce de leche) pra poder comparar, e TODOS eram muito bons. O incensado Freddo está longe de ser o melhor como dizem, para mim merece o quarto lugar (até porque o atendimento não é nada cordial). Em terceiro vem o também sofisticado (e caro) Volta, que tem incríveis variaçoes sobre o tema Dulce de Leche. Com a medalha de prata fica o sorvete genérico servido no Restaurante Farole, em frente à livraria El Atheneo, cremoso até dizer chega. Mas a medalha de ouro fica com o sorvete Chocolisimo (ou algo do gênero, só lembro que começa com choco), ao lado da antiga casa de Jorge Luis Borges, em Palermo Soho. As casquinhas são coloridas, tornando o helado ainda mais lindo, e o sorvete é de achar que você mórreu e foi pro céu. O preço também é mais justo que o dos concorrentes famosos.
      7. Quilmes: A tradicional cerveja argentina é bem cara nos bares e restaurantes, especialmente na versão chopp, mas se você pedir a garrafa, ela é de 1l, então o custo/benefício melhora um pouco a situação. Vale provar a normal (pilsen) e suas variações (bock, cristal, black, etc).
      8. Iogurte El Griego: se você gosta de iogurte, benvindo ao paraíso. Todos os iogurtes da marca La Serenísima são muito bons, mas o El Griego é tipo, O Iogurte Natural perfeito! Ele existe com sabores também, mas o natural é incomparável. Dá vontade de traficar pra cá.
      9. Imãs de geladeira: tem de todos os tipos, de Mafalda até Maradona, passando por tango, pontos turísticos, anúncios antigos, etc. Pra lembrar da Argentina do jeito que for mais a sua cara, ou presentear os amigos de um jeito baratenho e personalizado.
      10. Tostados: os mistos-quentes no pão de miga são totalmente tradicionais e são como uma espécie de evolução do misto no pão de forma normal. Super fininhos e com a massa diferente, dá vontade de comer vários pedaços. Geralmente as porções são generosas.

      Receitas mil

      Toda Diva adora comer bem, e eu acho chiquérrimo quem sabe cozinhar e gosta de fazê-lo. Eu costumo me aventurar na cozinha de vez em quando, especialmente para fazer sobremesas, minha especialidade.




      Bem, quem gosta do mundo da culinária nem que seja um pouquinho, deve saber que um dos livros mais bacanas sobre o assunto é o Dona Benta: Comer Bem. Ele é completíssimo, ensinando de entradas a sobremesas, e traz receitas com todos os graus de dificuldade e sofisticação. Só para ter uma ideia, essa bíblia das receitas tem mais de 1100 páginas! É pra não repetir o prato pro resto da vida.

      Por isso não poderia deixar de dizer pra vocês que o Dona Benta está custando apenas R$39,00 no Submarino. O preço original é R$129,00.

      OK, pode ser que culinária não seja exatamente o seu forte, mas tenho certeza de que você também tem uma tia mais velha pra presentear ou uma amiga recém-casada que você tirou de amigo-oculto. Certamente o presente vai impressionar.
      Corre lá no site e aproveita. Ou vai perder a chance de ter um personagem do Sitio do Pica-Pau Amarelo cozinhando ao seu lado?

      Larica de Diva


      Para quem mora em Sampa ou está de passagem por lá, um dos locais obrigatórios para comer é o Bar Estadão. Esse bar super tradicional fica aberto 24hs por dia 7 dias por semana, inclusive nos dias mais improváveis como Natal e Ano-Novo.

      O bar é extremamente simples, e todos comem em banquinhos em torno do balcão, mas eles definitivamente fazem o melhor sanduíche de pernil de São Paulo (e eu tranquilamente me atrevo a dizer do Brasil). O sanduba custa R$10,00 e é bem generoso, valendo por uma refeição. O mais legal é comer lá mesmo, e observar a variedade de tipos que passam pelo lugar em busca de sanduíches, coxinhas e outras iguarias durante todas as horas do dia ou da noite.

      Ele fica em frente ao prédio do Diário de São Paulo e bem próximo do Vale do Anhangabaú, na Nove de Julho 193. Destino certo do pós-balada paulistano para nenhuma Diva colocar defeito.

      Um dia de Diva em Niterói

      A dica de hoje veio do pessoal que mora em Nikiti, mas vale para as pessoas phynas do Rio também.
      Fiquei sabendo que toda segunda-feira o rodízio no Porcão de Niterói custa módicos R$22,00. Sim, é verdade! E pelo que entendi, o lance é por tempo indeterminado. É claro que o valor não inclui as bebidas, mas genti, carne de avestruz, comida japa top de linha e tudo mais que a gente sabe que o Porcão tem de bom por R$22,00 é muito digno de uma Diva neam.


      Se quiser tirar o dia pra passear em Niterói, vá de Jumbo Cat (adoro esse nome!!!), também conhecido como Catamarã, salte em Charitas, vá para Icaraí e passeie pela Moreira César e arredores (a rua das lojas chiques). Tome um sorvetinho na Beira-Mar (a confeitaria phyna de lá), veja o por-do-sol na praia de Icaraí ou no MAC (mas aí é melhor ir pra Nikiti de carro), e depois se joga no Porcão.

      Acho O Poder passar um dia de dolce far niente em Niterói em plena segunda-feira. Mais Diva impossível.

      Thai food ao alcance de todos.

      Ser Diva com pouca grana requer, além do comportamento inabalável que se espera de uma verdadeira Diva, muito conhecimento dos lugares e coisinhas certas para investir, e muito jogo de cintura pras pessoas acreditarem que você nasceu com a vida ganha e só dá duro trabalhando por puro gosto.

      Por isso darei dicas sobre os mais variados assuntos. De maquiagem à comida, de roupas a shows, de sapatos à viagens, tudo na base da economia sem perder o glamour né meu bem?!

      A dica que inaugura esse blog é sobre um restaurantezinho de comida tailandesa de baixa renda. Porque eu, enquanto pessoa phyna, adoro comida thai, mas os restôs thai da cidade não me pertencem (por enquanto). O Go Wok nem pode ser chamado de restaurante. É na verdade uma portinha encravada entre os points mais bombados da Farme de Amoedo. Se você não procurar direito corre o risco de achar que o local é um butequinho onde as bibas se abastecem de álcool noite a dentro. Mas não! Trata-se de um fast-food de noodles!


      Go Wok funciona assim: você escolhe o tipo de noodle, o molho, até 3 acompanhamentos e o preço é de acordo com a proteína escolhida. O mais caro (camarão) custa R$16,90 e o mais barato custa R$13,90 (frango).


      A porção é considerada individual, mas como toda Diva come pouco super dá pra dividir. Não vou dizer que o pad thai deles é igual ao de um restaurante tailandês tradicional, mas serve para matar a vontade e é super honesto. Uma ótima pedida pra acompanhar é o suco de lichia com pedaços de côco. Ele é japonês, a lata é linda e o suco é delicioso (R$5,00).

      Então abiga, se monta e vai com tudo comer o seu tailandês na Farme por menos de R$20,00. Diliça!